26 setembro, 2012

Brincadeira de Criança, como é bom, como é bom...


Olá Irmãos de Fé!

Na Umbanda a maioria das Entidades que se apresentam na Linha das Crianças usam a roupagem fluídica de crianças da Terra. Porém, não se esqueçam, espírito não tem idade.

Na realidade, são seres espirituais, de elevada envergadura, Mestres nos conceitos do Bem e do Puro, sábios de muita Luz que afastam pensamentos maus e negativos, comunicando-se facilmente com nossas crianças, das quais são grandes protetores.




Outros espíritos da Linha das Crianças, ainda mantem a mentalidade infantil, por terem desencarnado em tenra idade, sendo levados à participar dessa corrente de amor e caridade, para reequilíbrio e progresso espiritual. Outros seres dessa Linha são Encantados, ou seja, nunca encarnaram.


A Linha das Crianças sempre traz renovações e esperança. Quando incorporadas em um médium, gostam de brincar, correr e fazer brincadeiras. 

Os “meninos” são em sua maioria mais arteiros, enquanto que as “meninas” são mais quietas e calminhas. Alguns deles incorporam pulando e gritando, outros descem chorando; outros estão sempre com “fome”, comem ou oferecem como mirongas (remédios astrais) bolos, balas, frutas, guaraná, suco de frutas, água com mel... 

... estes procedimentos são as “ferramentas” que eles se utilizam para proceder em determinadas funções como, descarregar o médium, o ambiente e as pessoas presentes.

Também atuam diretamente na cura do espírito, e consequentemente do físico, através do amor e da alegria que eles nos irradiam e inspiram.

Tem os seus nomes relacionados a nomes comuns e a sítios da natureza: Rosinha da Pedra do Rio, Mariazinha da Beira da Praia, Pedrinho da Cachoeira, Luizinho da Beira Mar, Joãozinho da Mata... ou nomes místicos: Meinho, Foguinho, Calunguinha, Fumaça, Caboclinho...

Veladamente nessa vibração infantil, operam espíritos de extraordinários conhecimentos.

Saravá Crianças espirituais 
da Umbanda! 
Saravá crianças da Terra! Saravá Cosme, Damião e Doum!

COM ORGULHO E ALEGRIA DE SER UMBANDISTA, SARAVÁ/NAMASTÊ!

14 setembro, 2012

Umbanda Uma Religião Brasileira


PAI ZÉLIO FERNANDINO DE MORAES 
Pintado pelas mãos de Claudio Gianfardoni

A ORIGEM DA UMBANDA
15 DE NOVEMBRO DE 1908
ZÉLIO DE MORAES E 
O CABOCLO DAS SETE ENCRUZILHADAS


A primeira manifestação de Umbanda com registro histórico é a do Caboclo das Sete Encruzilhadas em seu médium Zélio Fernandino de Moraes em 15 de Novembro de 1908. Assim como a Tenda Nossa Senhora da Piedade, fundada por Zélio de Moraes, é o primeiro Templo de Umbanda registrado no Brasil.


Por isso, os fatos que ali aconteceram são de fundamental importância a todos nós, como fatos que marcam profundamente o nascimento, no Brasil, da Umbanda no plano material.

Zélio Fernandino de Moraes nasceu no dia 10 de Abril de 1892, no distrito de Neves, município de São Gonçalo das Neves - Rio de Janeiro. Filho de Joaquim Fernandino Costa (oficial da Marinha) e Leonor de Moraes.


Em 1908, aos 17 anos, Zélio de Moraes havia concluído o curso propedêutico (ensino médio) e preparava-se para ingressar na escola Naval, a exemplo de seu pai, foi quando fatos estranhos começaram a acontecer na vida dele. Em alguns momentos Zélio de Moraes era visto falando manso, com a postura de um velho, em sotaque diferente de sua região, dizendo coisas aparentemente desconexas. Em outros momentos parecia um felino lépido e desembaraçado, mostrando conhecer todos os mistérios da natureza. Isso logo chamou a atenção da família, preocupada com a situação mental do rapaz que se preparava para seguir carreira militar, os "ataques" se tornaram cada vez mais frequentes.


Assim, Zélio de Moraes foi encaminhado a seu Tio, Dr. Epaminondas de Moraes, médico psiquiatra e diretor do Hospício da Vargem Grande. Após vários dias de observação, não encontrando seus sintomas em nenhuma literatura médica, sugeriu a família que o encaminhasse a um padre, para que fosse feito um ritual de exorcismo, pois desconfiava que seu sobrinho estava "endemoniado".

Foi chamado um outro parente, tio de Zélio, padre católico que realizou o dito exorcismo para livrá-lo da possível "presença do demônio" e saná-lo dos ataques. No entanto este e outros dois exorcismos, acompanhados de outros sacerdotes católicos, não resolveram a situação e as manifestações prosseguiram. Algum tempo depois Zélio de Moraes foi tomado por uma paralisia parcial, a qual os médicos não conseguiam entender. Um belo dia o rapaz levanta-se de seu leito e diz: "amanhã estarei curado" e no dia seguinte começou a andar como se nada tivesse acontecido.


Um amigo sugeriu encaminhá-lo a recém fundada Federação Kardecista de Niterói, município vizinho a São Gonçalo das Neves onde residia a família Moraes. A Federação era então presidida pelo Sr. José de Sousa, chefe de um departamento da marinha chamado Toque Toque.

Zélio Fernandino de Moraes então foi conduzido a esta Federação no dia 15 de Novembro de 1908, na presença do Sr. José de Sousa, estava ele em meio aos ataques reconhecidos como manifestações mediúnicas. Convidado a sentar-se à mesa logo em seguida levantou-se, contrariando as normas do culto estabelecido pela instituição, afirmou que ali faltava uma flor. Foi até o jardim apanhou uma rosa branca e colocou-a no centro da mesa onde se realizava o trabalho.

Frei Gabriel de Malagrida
Uma das encarnações do
Caboclo das Sete Encruzilhadas
Sr. José de Sousa, que possuía também a clarividência, verificou a presença de um espírito manifestado através de Zélio de Moraes e passou ao dialogo a seguir:

Sr. José: Quem é você que ocupa o corpo deste jovem?

O espírito: Eu? Eu sou apenas um caboclo brasileiro. 


Sr. José: Você se identifica como caboclo, mas vejo em você restos de vestes clericais. 



O espírito: O que você vê em mim, são restos de uma existência anterior. Fui padre, meu nome era Gabriel de Malagrida, acusado de bruxaria fui sacrificado na fogueira da inquisição por haver previsto o terremoto que destruiu Lisboa em 1755. Mas em minha última existência física Deus concedeu-me o privilégio de nascer como um caboclo brasileiro. 

Sr. José: E qual é seu nome?



Caboclo das Sete Encruzilhadas
Pintado pelo médium Jurandir da
Tenda Espírita N.Sª da Piedade
O espírito: Se é preciso que eu tenha um nome, digam que eu sou o Caboclo das Sete Encruzilhadas, pois para mim não existirão caminhos fechados. Venho trazer a Umbanda uma Religião que harmonizará as famílias e que há de perdurar até o final dos séculos. 



E no desenrolar da conversa Sr. José pergunta ainda se já não existem religiões suficientes, fazendo inclusive menção ao Espiritismo. 

O espírito: Deus, em sua infinita bondade, estabeleceu na morte, o grande nivelador universal, rico ou pobre poderoso ou humilde, todos tornam-se iguais na morte, mas vocês homens preconceituosos, não contentes em estabelecer diferenças entre os vivos, procuram levar estas mesmas diferenças até mesmo além da barreira da morte. Por que não podem nos visitar estes humildes trabalhadores do espaço, se apesar de não haverem sido pessoas importantes na Terra, também trazem importantes mensagens do além? 



Porque não aos Caboclos e Pretos Velhos? Acaso não foram eles também filhos do mesmo Deus?... Amanhã, na casa onde meu aparelho mora, haverá uma mesa posta a toda e qualquer Entidade que queira ou precise se manifestar, independente daquilo que haja sido em vida, todos serão ouvidos, nós aprenderemos com aqueles espíritos que souberem mais e ensinaremos aqueles que souberem menos e a nenhum viraremos as costas a nenhum diremos não, pois esta é à vontade do Pai.

Tenda Espírita Nossa Senhora da Piedade

Sr. José: E que nome darão a esta Igreja? 



O espírito: Tenda Nossa Senhora da Piedade, pois da mesma forma que Maria ampara nos braços o filho querido, também serão amparados os que se socorrerem da Umbanda.



No dia seguinte, na rua Floriano Peixoto, 30 – Neves – São Gonçalo – RJ, próximo das 20:00 horas, estavam presentes membros da Federação Espírita, parentes, amigos, vizinhos e uma multidão de desconhecidos e curiosos. Pontualmente às 20:00h o Caboclo das Sete Encruzilhadas incorporou e com as palavras abaixo iniciou seu culto:


“Vim para fundar a Umbanda no Brasil, 

aqui inicia-se um novo culto em que os espíritos de Pretos Velhos africanos e os Índios nativos de nossa terra, poderão trabalhar em benefícios dos seus irmãos encarnados, qualquer que seja a cor, raça, credo ou posição social. A prática da caridade no sentido do amor fraterno, será a característica principal deste culto”.

Pai Antonio, Entidade que trouxe o
1º Ponto Cantado da Umbanda e
também os 1º elementos a serem usados
nos Trabalhos: o cachimbo e a guia.
A seguir o 1º Ponto Cantado em
um Terreiro de Umbanda
(Tenda Espírita N.Sª da Piedade):

Minha cachimba tá no toco
Manda muréque buscá
Minha cachimba tá no toco
Manda muréque buscá

No alto da derrubada
minha cachimba ficou lá
No alto da derrubada
minha cachimba ficou lá...
Após trabalhar fazendo previsões, Passe e Doutrina, informou que devia se retirar, pois outra Entidade precisava se manifestar. Após a “subida” do Caboclo incorporou uma Entidade reconhecida como Preto Velho, saindo da mesa se dirigiu a um canto da sala onde permaneceu agachado. Sendo questionado o porquê de não ficar na mesa respondeu: - Nego num senta não meu sinhô, nego fica aqui mesmo! Isso é coisa de sinhô branco e nego deve arespeitá! após insistência ainda completou: - Num carece preocupá não! Nego fica no toco que é lugar de nego! E assim continuou dizendo outras coisas mostrando a simplicidade, humildade e mansidão daquele que trazendo o estereótipo do Preto Velho se fez identificar como Pai Antônio. Logo cativou a todos com seu jeito, ainda lhe perguntaram se ele não aceitava nenhum agrado, ao que respondeu: - Minha cachimba, nego qué o pito que deixou no toco, manda muréque buscá! Todos ficaram perplexos, estavam presenciando a solicitação do primeiro elemento material de trabalho dentro da Umbanda. Na semana seguinte todos trouxeram cachimbos que sobraram diante da necessidade de apenas um para Pai Antônio. Assim o cachimbo foi instituído na linha de Pretos Velhos, sendo também ele a primeira Entidade a pedir uma guia (colar) de Trabalho. 

O pai de Zélio de Moraes frequentemente era abordado por pessoas que queriam saber como ele aceitava tudo isso que vinha acontecendo em sua residência, sua resposta era sempre a mesma em tom de brincadeira respondia que preferia um filho médium ao lugar de um filho louco.

Gongá de Pai Antonio, em Boca do Mato,
Cachoeiras de Macacú - R.J.

Foi um trabalho árduo e incessante para o esclarecimento, difusão e sedimentação da Religião de Umbanda. Enquanto Zélio de Moraes esteve encarnado foram fundadas mais de 10.000 Tendas. Após 55 anos de atividade entregou, a direção dos trabalhos da Tenda Nossa Senhora da Piedade a suas filhas Zélia e Zilméia. Mais tarde, junto com sua esposa Maria Izabel de Moraes, médium ativa da Tenda e aparelho do Caboclo Roxo fundou a Cabana de Pai Antônio no distrito de Boca do Mato, município de Cachoeira do Macacú – RJ.



Pai Antonio incorporado em 
Zélio de Moraes na 
Cabana de Pai Antonio, 
em Cachoeiras de Macacú - R.J.




Zélio Fernandino de Moraes 
desencarnou no dia 
03 de Outubro de 1975
Palavras do Caboclo das Sete Encruzilhadas

"A Umbanda tem progredido e vai progredir. É preciso haver sinceridade, honestidade e eu previno sempre aos companheiros de muitos anos: a vil moeda vai prejudicar a Umbanda; médiuns que irão se vender e que serão, mais tarde, expulsos, como Jesus expulsou os vendilhões do Templo. O perigo do médium homem é a consulente mulher; do médium mulher é o consulente homem. É preciso estar sempre de prevenção, porque os próprios obsessores que procuram atacar as nossas Casas fazem com que toque alguma coisa no coração da mulher que fala ao Pai de Terreiro, como no coração do homem que fala à Mãe de Terreiro. É preciso haver muita moral para que a Umbanda progrida, seja forte e coesa. 

Umbanda é humildade, amor e caridade - esta a nossa Bandeira. Neste momento, meus irmãos, me rodeiam diversos espíritos que trabalham na Umbanda do Brasil: Caboclos de Oxósse, de Ogum, de Xangô. Eu, porém, sou da Falange de Oxósse, meu pai, e não vim por acaso, trouxe uma ordem, uma missão. Meus irmãos: sejam humildes, tenham amor no coração, amor de irmão para irmão, porque vossas mediunidades ficarão mais puras, servindo aos espíritos superiores que venham a baixar entre vós; é preciso que os aparelhos estejam sempre limpos, os instrumentos afinados com as virtudes que Jesus pregou aqui na Terra, para que tenhamos boas comunicações e proteção para aqueles que vêm em busca de socorro nas Casas de Umbanda. 

Meus irmãos: meu aparelho já está velho, com 80 anos a fazer, mas começou antes dos 18. Posso dizer que o ajudei a casar, para que não estivesse a dar cabeçadas, para que fosse um médium aproveitável e que, pela sua mediunidade, eu pudesse implantar a nossa Umbanda. A maior parte dos que trabalham na Umbanda, se não passaram por esta Tenda, passarão pelas que safram desta Casa. 

Tenho uma coisa a vos pedir: se Jesus veio ao planeta Terra na humildade de uma manjedoura, não foi por acaso. Assim o Pai determinou. Podia ter procurado a casa de um potentado da época, mas foi escolher aquela que havia de ser sua mãe, este espírito que viria traçar à humanidade os passos para obter paz, saúde e felicidade. Que o nascimento de Jesus, a humildade que Ele baixou à Terra, sirvam de exemplos, iluminando os vossos espíritos, tirando os escuros de maldade por pensamento ou práticas; que Deus perdoe as maldades que possam ter sido pensadas, para que a paz possa reinar em vossos corações e nos vossos lares. Fechai os olhos para a casa do vizinho; fechai a boca para não murmurar contra quem quer que seja; não julgueis para não serdes julgados; acreditai em Deus e a paz entrará em vosso lar. É dos Evangelhos. 

Eu, meus irmãos, como o menor espírito que baixou à Terra, mas amigo de todos, numa concentração perfeita dos companheiros que me rodeiam neste momento, peço que eles sintam a necessidade de cada um de vós e que, ao sairdes deste Templo de caridade, encontreis os caminhos abertos, vossos enfermos melhorados e curados, e a saúde para sempre em vossa matéria. 

Com um voto de paz, saúde e felicidade, com humildade, amor e caridade, sou e sempre serei o humilde Caboclo das Sete Encruzilhadas".


Com Orgulho e Alegria de ser Umbandista, Saravá/Namastê!

07 setembro, 2012

UMBANDA UMA REDE FRATERNA EGRÉGORA 8


UMBANDA
AMOR * AMPARO * CARIDADE!

Olá Irmãos de Fé!



Toda regulação e função central, o âmago da Umbanda, foi dada por seu fundador, o primeiro umbandista, Zélio Fernandino de Moraes e sua Entidade, o Caboclo das Sete Encruzilhadas, que sempre nos norteará:

"Umbanda é a manifestação 
do espírito para a prática 
da caridade!" 



E caridade é um sentimento ou uma ação altruísta de ajudar o próximo sem buscar qualquer tipo de recompensa. Amor ao próximo, bondade, como o Médium Supremo Jesus nos ensinou.


Umbanda é religião sim!
E só faz única e exclusivamente o bem!


Porém, vemos com frequência, anúncios de pessoas oferecendo "trabalhos" de magias negativas em nome da nossa religião, dos nossos Guias e dos Orixás. Principalmente, usando e denegrindo os nomes das Entidades Exus e Pombagiras, da Linha dos... 
valorosos guardiões e representantes da Luz da Umbanda nas trevas. Atraindo pessoas que procuram um atalho para seus instintos viciados em um caminho mais fácil na farra do seu negativismo e ego desmedido.


Vemos, "médiuns" ainda fazendo "shows explícitos de arrogância e prepotência", se outorgando poderes de manipular vidas! Poder de manipular o destino. Um "poder" trevoso que pode ser "comprado e negociado" ao sabor do desespero, no mercado obscuro do incosciente do ser humano.



Como podemos mudar isso? 
Simples... como nos fala o Velho Francisco de Aruanda, fechando nossas portas e janelas para as trevas da falta de conhecimento e da informação que geram o medo que nos abate e paralisa.



É pelo exercício de nosso princípio social referente à educação que instrui, ensina, acrescenta conhecimento, que desenvolvemos o raciocínio material e espiritual, diante do presente de Deus chamado vida. E também...

buscando conhecimento nas palavras e ensinamento das Entidades de Luz da Umbanda, estudando em livros, psicografias, artigos, aulas, palestras de fonte idônea, de pessoas corretas, honestas, que conduzem sua vida e seu trabalho dentro dos princípios legais e éticos, e que tem a seu favor a consideração, o apreço, a admiração e a confiança das pessoas.

COM ORGULHO E ALEGRIA DE SER UMBANDISTA, SARAVÁ/NAMASTÊ! 

06 setembro, 2012

SAUDAÇÕES UMBANDISTAS

Olá Irmãos de Fé!


Quando saudamos nas Casas de Umbanda que frequentamos o solo  com o sinal da cruz estamos saudando os quatro elementos: 

O Alto/Ar 

A Esquerda/Fogo                    A Direita/Água


                        O Embaixo/Terra

Assim também, como os três toques com as pontas dos dedos no chão ao entrar no Gongá das Casas de Umbanda significa respeito, reverência, licença, permissão aos Pretos Velhos, Caboclos e Crianças - representação do Triângulo das Formas na Umbanda. 


Quando feito na frente dos atabaques, além de um gesto de licença, é um movimento de expansão em uníssono com as vibrações ali trabalhadas, para uma perfeita harmonização da Gira que será aberta.

A Natureza para nós umbandistas é sagrada, logo o solo dos nossos Terreiros, Tendas e Casas de Umbanda são onde ficam assentados os Axés (energia positiva) vibratórios das Entidades que comandam aquele Núcleo Espiritual. Nesse solo são abertos portais, como imensos chakras rotatórios de entrada e saída de energias, verdadeiras usinas de reciclagem comandadas por Omulu, o Mestre nessa área, que impregnam todo o ambiente facilitando os trabalhos ali executados pelos Guias da Casa.

COM ORGULHO E ALEGRIA DE SER UMBANDISTA, SARAVÁ/NAMASTÊ!